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A comunidade paroquial de Cavez recebeu em clima de festa o Padre Rui Filipe, dando as boas vindas ao novo pároco da nossa freguesia com uma bonita cerimónia, onde não faltaram os grupos de bombos e um animado convívio.

A primeira missa do Padre Rui Filipe Marques Araújo, realizada na Igreja Paroquial de Cavez no passado dia 16 de setembro, foi muito participada, pois foram muitos aqueles que quiseram receber o novo pastor, um jovem de 25 anos vindo de Santa Maria de Airão, no concelho de Guimarães e Arciprestado de Guimarães-Vizela.

À espera do novo padre estava a população e um bonito tapete de flores, a ligar a residência, onde se paramentou, até à igreja paroquial, que o recebeu com cânticos e palmas.

Na nossa igreja celebrou-se uma eucaristia inter-paroquial presidida pelo Arcipreste de Cabeceiras de Basto, Padre Daniel Pereira, com pessoas vindas das outras paróquias que ficarão a cargo do novo pároco (Abadim, Riodouro, Gondiães e Vilar de Cunhas), tendo o Padre Rui Filipe sido coadjuvado por párocos de outras freguesias e pelo seu responsável, Padre José Augusto, também pároco da nossa freguesia, nesta sua primeira celebração.

Na sua primeira homilia, o novo padre de Cavez agradeceu a forma calorosa como estava a ser recebido e manifestou a sua inteira disponibilidade para servir a Cristo e aos seus novos paroquianos.

No final da eucaristia, o Padre Rui Filipe foi brindado com uma atuação dos grupos de bombos “Jovens de Basto” e “Amigos da Galhofa”, tendo seguido depois para o salão do Centro Social, onde foi servido um lanche/convívio muito participado e onde tomaram parte a população de Cavez, das outras paróquias a cargo do novo padre e também uma comitiva que se deslocou de Santa Maria de Airão para acompanhar a primeira celebração do Padre Rui na freguesia de Cavez, que será a partir de agora a sua nova casa.

Também nós lhe damos as boas vindas e contamos com ele para connosco colaborar.

MENSAGEM DO PADRE RUI FILIPE

Padre Rui Filipe Marques Araújo, 25 Anos, natural de Santa Maria de Airão, Guimarães.

             Desejo que os trilhos do ministério sacerdotal, que abracei no dia da Ordenação, se traduzam pelas coordenadas da Primeira Carta de São João: “Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele” (1 João 4, 16). De facto, a palavra AMOR é uma singela palavra que caracteriza Deus. Por isso, reconheço que é uma preciosa bússola para a minha vida. Desde o início da minha caminhada vocacional senti que esta sempre me indicou o norte da futura missão que o bom e belo Pastor me convida a seguir.

De facto, neste ponto de partida não poderia desejar outra coisa senão que o AMOR de DEUS se revele uma verdadeira ponte entre mim, Deus e as comunidades que eu sirvo, S. Jorge de Abadim, S. João Baptista de Cavez, S. Martinho de Gondiães, Sto. André de Riodouro e S. Lourenço de Vilar de Cunhas. Porém, não quero que que esta ponte seja pesada, autoritária, nem muito menos um obstáculo para quem quer chegar junto de Deus, para quem quer repousar o seu coração nas mãos ternas de Deus. Esta é uma ponte que compreende, que procura responder aos dramas da vida das pessoas, que procura levar a Alegria do Evangelho.

Por isso, servindo-me das palavras de São Francisco de Assis, eu repito: - Senhor faz de mim um instrumento da Tua Paz. Para que “onde houver o ódio, que eu leve o amor; onde houver a ofensa, que eu leve o perdão; onde houver a discórdia, que eu leve a união; onde houver a dúvida, que eu leve a fé; onde houver o erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver a tristeza, que eu leve a alegria e onde houver trevas, que eu leve a luz”.