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image1Padre Rui Filipe Marques Araújo, 25 Anos, natural de Santa Maria de Airão, Guimarães.

 

Desejo que os trilhos do ministério sacerdotal, que abracei no dia da Ordenação, se traduzam pelas coordenadas da Primeira Carta de São João: “Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele” (1 João 4, 16). De facto, a palavra AMOR é uma singela palavra que caracteriza Deus. Por isso, reconheço que é uma preciosa bússola para a minha vida. Desde o início da minha caminhada vocacional senti que esta sempre me indicou o norte da futura missão que o bom e belo Pastor me convida a seguir.

De facto, neste ponto de partida não poderia desejar outra coisa senão que o AMOR de DEUS se revele uma verdadeira ponte entre mim, Deus e as comunidades que eu sirvo, S. Jorge de Abadim, S. João Baptista de Cavez, S. Martinho de Gondiães, Sto. André de Riodouro e S. Lourenço de Vilar de Cunhas. Porém, não quero que que esta ponte seja pesada, autoritária, nem muito menos um obstáculo para quem quer chegar junto de Deus, para quem quer repousar o seu coração nas mãos ternas de Deus. Esta é uma ponte que compreende, que procura responder aos dramas da vida das pessoas, que procura levar a Alegria do Evangelho.

Por isso, servindo-me das palavras de São Francisco de Assis, eu repito: - Senhor faz de mim um instrumento da Tua Paz. Para que “onde houver o ódio, que eu leve o amor; onde houver a ofensa, que eu leve o perdão; onde houver a discórdia, que eu leve a união; onde houver a dúvida, que eu leve a fé; onde houver o erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver a tristeza, que eu leve a alegria e onde houver trevas, que eu leve a luz”.